Em 2011, Tan G. e col. publicaram em Appl Psychophysiol Biofeedback (2011) 36:27–35, DOI 10.1007/s10484-010-9141-y, um estudo intitulado “Heart Rate Variability (HRV) and Posttraumatic Stress Disorder (PTSD): A Pilot Study”.

Veja, a seguir, um resumo do mencionado artigo:

Resumo

Escrevem os autores que a exposição ao combate está associada a maior risco de desenvolvimento do Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TEPT). Na realidade, em nosso cotidiano, a exposição ao combate, equivale à exposição aos riscos e às inseguranças das ruas das atuais grandes metrópoles de muitos países.

Todavia, os tratamentos atuais não são considerados universalmente eficazes, e alguns pacientes continuam com sintomas residuais do TEPT. Dizem os autores que o biofeedback da variabilidade da frequência cardíaca (VFC, HRV em inglês) é uma medida do funcionamento do sistema nervoso autônomo (SNA), que reflete a capacidade de um indivíduo para lidar adequadamente com o estresse.

Um estudo piloto foi realizado para determinar se veteranos com TEPT (medido pelo Clinician-Administered PTSD Scale and the PTSD Checklist) mostraria uma VFC significativamente diferente na situação basal, em comparação com um grupo controle, especificamente para determinar se a VFC em veteranos com TEPT está mais deprimida que entre veteranos sem o TEPT.

O estudo também teve por objetivo avaliar a viabilidade, a aceitação e a eficácia potencial do biofeedback HRV como um tratamento para o TEPT.

Segundo os autores, os achados do estudo sugerem que implementar o biofeedback VFC como tratamento para TEPT é eficaz, viável e aceitável para os veteranos.

Já existe disponível no Brasil uma ferramenta complementar-integrativa de biofeedback VFC, o cardioEmotion. Se você, psicólogo ou psiquiatra, tiver pacientes com o TEPT e quiser saber mais sobre o cardioEmotion e a sua utilidade no tratamento do TEPT, como também no tratamento de diversas patologias, como as consequentes ao estresse crônico, baixe gratuitamente o ebook“Como tornar visível o invisível: visualizando as reações psicofisiológicas por meio de biofeedback” e veja como é possível controlar essa doença através do atingimento da coerência cardíaca. Aprenda como usar esta ferramenta, veja alguns exemplos de estudos de casos e como tirar o máximo proveito desta tecnologia, em benefício dos seus pacientes.


Sobre o autor deste post: Colunista do blog do cardioEmotion, Dr. Fernando é formado em medicina pela USP, pós graduado em administração de empresas pela FGV, possui mais de 40 anos de experiência como executivo de sucesso em empresas multinacionais do ramo farmacêutico, além de escritor e tradutor sênior.